PT Leopoldina - Diretório Municipal

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Assine o projeto que pede um plebiscito sobre a Constituinte exclusiva

O Partido dos Trabalhadores continua coletando assinaturas ao projeto de iniciativa popular que propõe um plebiscito sobre se a população quer ou não a convocação de uma Assembléia Constituinte para fazer a reforma política.

Pelo projeto, o plebiscito acontecerá em 31 de janeiro de 2009, quando os brasileiros deverão responder à seguinte questão: “O sr (a) aprova a convocação de uma assembléia constituinte soberana e específica para promover uma reforma constitucional no Título IV da Constituição Federal que redefina o sistema político-eleitoral?”.

Para que um projeto de iniciativa popular seja apresentado no Congresso Nacional são necessárias assinaturas de pelo menos 1% do eleitorado (algo em torno de 1,3 milhão de pessoas acima de 16 anos), com participação de no mínimo cinco Estados.

IMPORTANTE: Todas as adesões devem obrigatoriamente ser acompanhadas de nome completo, endereço e número do título de eleitor.

Clique aqui para conhecer o projeto, imprimir e fazer a coleta de assinaturas. A impressão deve ser feita em papel tamanho A4, com o espaço para as assinaturas na frente e a justificativa do projeto no verso.

Todos os formulários devem ser enviados ao seguinte endereço: Sede Nacional do Partido dos Trabalhadores – Setor Comercial Sul, Quadra 02, Edifício Toufic, 3º andar, CEP 70302-000, Brasília, Distrito Federal.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Confira entrevista com o presidente Reginaldo Lopes

Aos 34 anos e no segundo mandato como deputado federal, Reginaldo Lopes quer reconstruir o PT mineiro, depois da crise de 2006, quando, além de ser derrotado pela segunda vez pelo governador Aécio Neves (PSDB), o partido viu suas bancadas na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa serem reduzidas e nem sequer lançou candidato ao Senado. A habilidade política passou no primeiro teste, ao conseguir uma composição inédita com a esquerda partidária, que resultou na desistência do segundo colocado na eleição direta, o deputado estadual Durval Ângelo. O acordo foi feito com a ajuda também do deputado federal Gilmar Machado e do estadual padre João, que também concorreramna eleição. O primeiro desafio é enfrentar a disputa dos dois maiores líderes do partido – o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias – pela candidatura ao governo de Minas em 2010. “Não acredito em prévias nem em disputa. Eles não têm perfil para isso”, disse.


Confira abaixo a entrevista na íntegra:


-Quais são os desafios do PT no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva?

Um partido político não deve ser só para disputar eleições. A geração que lutou contra a ditadura encerra um ciclo na história do Brasil, que foi fazer o país retomar o crescimento, distribuindo renda, sem falar no controle rigoroso do processo inflacionário. O que fazer depois do mandato do presidente Lula? Essa é a tarefa da nossa geração, que é intermediária e foi seduzida pelas bandeiras do PT. O PT renovou a política brasileira, porque construiu a maior liderança popular deste país, que é o presidente Lula.


-Em 2010, o PT vai ter um novo Lula ou não é bem isso que o partido precisa ter?
O PT precisa disputar o capital político do governo Lula. Há quatro critérios para definir o sucessor do presidente. Ele precisa ter a capacidade de se identificar mais com o governo Lula, ter maior aceitação popular em intenção de votos, unificar o PT e ser o que dialoga melhor com a base aliada.

-Há nomes para suceder Lula em outros partidos da base aliada, como o deputado federal Ciro Gomes (PSB). Há problemas se o nome não sair do PT?
O maior compromisso talvez não seja ser do PT, mas dar continuidade ao projeto implementado pelo PT por meio do presidente Lula. Eu defendo um candidato do PT porque é o maior partido de esquerda da América Latina. Será muito difícil ter outro nome da base aliada que tenha capacidade de liderar esse processos em ser do PT.

-O senhor vê a possibilidade de PT e PSDB se unirem num futuro próximo ou já em 2010?
Pela demonstração que o PSDB deu na votação da prorrogação da CPMF, é muito difícil. Foi uma decisão irresponsável, infelizmente liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Uma liderança sem popularidade derrotou duas lideranças grandes do PSDB, como os governadores José Serra e Aécio Neves.Nesta conjuntura,é muito difícil uma aliança do PT com o PSDB em 2010.

-A relação entre o PSDB e o governo Lula será outra, depois desse episódio?
Como a votação se deu no Senado, é mais grave ainda. Na Câmara, o debate de idéias faz parte da representação popular,mas lá foi aprovado em dois turnos.No Senado deveria haver o equilíbrio da nação, com a representação dos entes federados, mas o posicionamento do PSDB não abrigou o dos governadores. A falta da CPMF prejudica os estados.

-Em Minas, temos um governador que é também presidenciável. Depois da segunda derrota do PT em 2006 para Aécio Neves, para reconstruir o partido será necessário explicitar a oposição ao governo do PSDB?
A nossa relação com o PSDB de Minas é bem diferente da relação do PT com o PSDB de São Paulo, até no jeito mineiro de fazer política. Mas é verdade que aprovamosno terceiro congresso estadual do PT que somos oposição ao atual governo do PSDB, por unanimidade. Não há uma guerra regionalista. É muito pequeno pensar assim. São Paulo tem um papel importantíssimo para o Brasil. Para dar continuidade ao projeto que o presidente Lula está fazendo, queremos conhecer as diferenças entre Serra e Aécio.
-Nos cinco anos de governo Aécio, o PT sofreu vários revezes. Quais foramos principais equívocos que colocaram o partido numa posição de isolamento eleitoral, não permitindo sequer que fosse eleito um senador pela legenda?
Cometemos erros na campanha de 2002, principalmente na questão da aliança, quando poderíamos ter eleito um senador. Era impossível vencer o Aécio em 2006, mas poderíamos ter feito uma opção mais à esquerda, com bandeiras e aliados que pudessem fazer um contraponto à visão de Estado do PSDB. Era melhor termos nos concentrado na eleição para o Senado e, ao mesmo tempo, termos pautado um discurso mais radicalizado em relação ao PSDB. Como isso não foi feito, ficou ainda mais fácil a vitória do governador. Não concordo que o PT tenha sido derrotado durante os cinco anos. Em 2004, elegemos o maior número de prefeituras da nossa história, passamos de 30 para 84 prefeitos. Estamos acumulando forças. Reelegemos o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, em primeiro turno.

-Apesar de ter crescido em 2004, em 2006 vários prefeitos do PT apoiaram o governador Aécio Neves. Onde foi parar a disciplina partidária?
Houve um erro da antiga gestão estadual do PT. Ao ser oposição em Minas, esqueceu que era situação no governo federal. A nossa direção não conseguiu dar nossas prefeituras. Teremos que fazer agora uma correção de rumos. O PT governa o país, temos que melhorar a nossa relação institucional entre governo e os prefeitos.

-Essa é a razão para muitos prefeitos do PT dizerem que são mais bem tratados pelo governador Aécio do que pelo governo federal, incluindo os ministros?

Nossa direção estadual não teve a compreensão de informar e preparar as nossas prefeituras a elaborar projetos e angariar recursos. Quando se é oposição, a cobrança é pelo debate idéias, mas, quando se é governo, a cobrança é pela ação concreta nos municípios.

-Há meta para eleição de prefeitos em 2008?
Não há cidade prioritária, não quero fixar metas, para não ficar refém delas. Porém, se não fizermos um sucessor do PT na Prefeitura de Belo Horizonte, será uma derrota. Se isso acontecer, compromete 2010.

-Se não há sucessor natural do presidente Lula, também não há sucessor natural do prefeito Fernando Pimentel, em Belo Horizonte. Como será conduzida esta eleição?
O nome não deve ser tão conhecido, mas precisa se identificar com Pimentel, precisater apoio do ministro Patrus Ananias. Temos os deputados estaduais Roberto Carvalho, André Quintão e o deputado federal Miguel Corrêa Júnior.

-Há uma disputa interna entre Pimentel e Patrus, com pensamentos e relações diferentes em relação ao governo Aécio Neves e à sucessão presidencial. Como evitar que essa fissura prejudique o partido na disputa pelo governo do estado?
Aécio não vai sair do PSDB porque transformaria José Serra em candidato natural. Ele vai enfrentar primeiro uma disputa dentro do PSDB. Os dois partidos padecem do mesmo mal: são muito paulistas. Presidir o PT no segundo colégio eleitoral é ter responsabilidade com a sucessão do presidente Lula. O nosso partido tem também condições de apresentar um nome para a sucessão do presidente Lula. Em Minas são os que temos ao governo do estado: Pimentel e Patrus. A composição seria o melhor dos mundos. Não acredito em prévias nem em disputa entre Patrus e Pimentel. Eles não têm perfil para isso. É preciso ir devagar. Como a região metropolitana não tem tanto peso na eleição do estado como um todo, se a gente não organizar o PT no interior, não adianta nomes. Não temos o direito de arrumar uma disputa entre nós, sendo que em2010 há vários cargos: presidente da República, senador, vice-presidente e governador. Temos que trazer o PMDB e a liderança do ministro Hélio Costa, para repetir em Minas a aliança nacional. Precisamos primeiro arrumar o nosso time, para depois enfrentar o adversário.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Aposentados e pensionistas têm direito a passagens interestaduais de graça

Aposentados e pensionistas com mais de 60 anos e renda de até dois salários mínimos têm direito a passagem de ônibus interestadual gratuita. Para usufruir do benefício, é necessário se cadastrar nos postos de atendimento com carteira de identidade e comprovante de residência. Os postos ficam nos centros de Desenvolvimento Social e nas secretarias municipais de Assistência Social.
O prazo de entrega da carteira é de 30 dias. As pessoas cadastradas que ainda não receberam a carteira podem adquirir as passagens, desde que informem o número do registro e apresentem documento de identificação.

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, a assessora Maria das Graças Bibas, do Departamento de Proteção Social Especial do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, informou que cada ônibus é obrigado a disponibilizar dois assentos de graça para aposentados ou pensionistas. Esgotados os assentos, eles podem comprar com 50% de desconto e, nesse caso, não há limite desde que seja para uso próprio.

Segundo a assessora, os idosos não precisam ter receio quanto à burocracia. “O procedimento é muito simples e as empresas de transporte, até o momento, não colocaram nenhum empecilho”. Cerca de 47 mil idosos já utilizam o benefício.

“O principal objetivo desse trabalho é proporcionar a essas pessoas o direito de viajar a outros estados para tratamentos médicos”, disse Maria das Graças.

Outras informações podem ser obtidas no telefone 0800 7072003.

Produção industrial cresceu 6,7% em novembro, aponta pesquisa do IBGE

A produção industrial brasileira cresceu 6,7% em novembro de 2007, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo aponta pesquisa do IBGE divulgada nesta quinta-feira (10). O crescimento, nessa base de comparação, ocorreu em 13 das 14 regiões pesquisadas.

Espírito Santo, com expansão de 11,6% no período, Minas Gerais (9,6%), Rio Grande do Sul (8,7%) e São Paulo (8,5%) foram os Estados que apresentaram o maior ritmo de aumento da produção. O destaque negativo foi o Estado do Pará, cuja produção industrial diminuiu 2% em relação a novembro de 2006.


No indicador acumulado entre janeiro e novembro de 2007, houve crescimento em todos os locais pesquisados (6% em média), também liderado por Minas Gerais (8,8%). Vieram na seqüência Rio Grande do Sul (8,0%), Paraná (7,1%), Espírito Santo (6,7%) e São Paulo (6,1%), todos com taxas acima da média nacional (6,0%).


Nesses locais, aponta o instituto, confirma-se o padrão de crescimento observado para o total da indústria brasileira ao longo de 2007, que apresentou expressiva participação dos segmentos produtores de bens de capital (especialmente associados aos setores agrícola, de informática e de transportes) e de bens de consumo duráveis (automóveis). Contribuíram também os setores exportadores de minério de ferro, açúcar e carnes de aves.


No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 5,5%, também em todas as regiões. Já na comparação com outubro deste ano, houve recuo de 1,8%.


Até onde vai a Crise nos EUA?

Paulo Cangussú André

Os riscos de uma recessão na economia americana são cada vez maiores e ameaçam o mundo inteiro, advertiram ontem o World Economic Forum (WEF), o Citigroup e a Marsh & McLennan.
Até onde isso é verdade? É verdade que os Estado Unidos estão passando por um momento economicamente difícil, mas tentar alertar o mundo inteiro por causa desta crise é nada mais que uma estratégia.

Que fique bem claro, esta crise dos EUA nada mais é que uma reação do mercado às irresponsabilidades cometidas por Bush e Alan Greenspan. Crise que prejudicou significativamente as instituições financeiras daquele pais.

Agora estas instituições vêm tentando criar um clima de apreensão internacional para que os investidores voltem para os EUA. A coisa funciona mais ou menos assim. Os investidores internacionais estão sempre em busca de mercados mais lucrativos e seguros. Na teoria os Estados Unidos seria o mercado mais seguro, então com a ameaça de uma provável crise internacional estes investidores voltariam para os EUA, abarrotando de dinheiro os cofres destas instituições financeiras.

A estratégia é perfeita, é só difundir a idéia de que a crise se espalhará pelo mundo caso os EUA entre em uma recessão, combinando isso com análises sobre possível redução do crescimento da China os EUA volta a ser um porto seguro.

Infelizmente a imprensa não presta atenção nisso, e os economistas que ficam ligados somente nas fórmulas e se esquecem do jogo político caem na armadilha. Nada no mundo econômico é por acaso, tudo tem explicação, os cálculos indicam o comportamento, mas não dizem o porque deste comportamento isso que faz da economia uma ciência humana.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Por que demos e tucanos estão nervosos

O Blog do Alê, que tem sempre números atualizados sobre a nossa economia, mostra a razão do desespero que baixou no terreiro dos demos e dos tucanos. Basta ler alguns títulos das postagens deste ano de 2008:

. Captação da poupança bate recorde e chega a R$ 33,37 bilhões em 2007
. Cai relação entre cesta básica e mínimo, a menor desde 1972
. Empresas brasileiras têm melhor resultado da década, diz Serasa
. Renda média familiar no Nordeste cresce 12%
. Calçados desmentem previsão e crescem 8%

Todos os números do governo são positivos. O país está otimista quanto ao futuro. Mas a nossa
alegria é a desgraça deles. E vice-versa, como demonstraram as urnas, onde eles levaram surras históricas.

Não é por outra razão que eles fazem qualquer coisa para atrapalhar o governo. Ainda que isso signifique, por extensão, atrapalhar o país.

Dois anos de falecimento do Dr. Paulo Sérgio Robert André

À exatamente 2 anos atrás, no dia 09 de janeiro de 2006 falecia o Dr. Paulo Sérgio Robert André. Um dos fundadores do PT em Leopoldina além de um dos mais importantes membros do partido Dr. Paulo André faleceu em um acidente de carro em direção à Vitória nos Espírito Santo.

Ele era casado com a atual presidente do PT de Leopoldina e ex-Vereadora Iolanda Cangussú André. Além da esposa Dr. Paulo André deixou três filhos e vários amigos.

O PT Leopoldina deixa aqui sua homenagem ao inesquecível petista, dentista, esposo, pai e amigo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Petistas rejeitam acordo eleitoral para sucessão em BH

Possibilidade de uma aliança com os tucanos para a sucessão em Belo Horizonte não é bem recebida por líderes do partido.

O presidente estadual do PT, Reginaldo Lopes, declarou ontem considerar de "difícil costura" um acordo político entre PT e PSDB em torno da sucessão à Prefeitura de Belo Horizonte.

"Apesar de em Minas fazermos política de forma respeitosa, preservando as relações institucionais, há grandes diferenças que separam os projetos políticos. A principal delas diz respeito à gestão do governo", afirmou Reginaldo Lopes. Segundo ele, o governo petista compartilha a gestão, privilegiando a participação popular. "Além disso, o destaque que damos à questão social é uma grande diferença entre o nosso governo e o governo do estado", afirmou.

Alguns pontos dificultam o hipotético acordo, acrescenta Reginaldo Lopes. "Em nome de qual projeto seria esse acordo e quem o lideraria?", indaga, salientando que é no momento eleitoral que as diferenças se destacam. "Uma coisa são relações institucionais. Outra coisa é a disputa, quando se marcam as diferenças. Acho esse acordo muito difícil", reiterou.

Com Reginaldo Lopes fizeram coro ontem representantes petistas de diferentes correntes dentro do partido, em resposta ao prefeito Fernando Pimentel, que, em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, defendeu um acordo com o Palácio da Liberdade caso o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, não se disponha a concorrer.

Por considerá-lo um "candidato natural", "com respeitabilidade" e densidade eleitoral, petistas endossam a disposição de Pimentel em tentar convencer Patrus Ananias a deixar o ministério. Alguns pré-candidatos, como os deputados estaduais Roberto Carvalho, André Quintão e o ex-deputado estadual Rogério Correia, declaram, inclusive, que, se Patrus vier a ser o candidato, todos abrirão mão da pré-candidatura.

Mas como Reginaldo Lopes, muitos petistas se mostram reticentes em relação a uma aliança eleitoral com os tucanos. "Essa proposta precisa ser mais discutida no PT", desconversa Roberto Carvalho. "O PT tem a obrigação de apresentar um nome para a cidade e para os partidos que estão na base de sustentação do governo Lula e da Prefeitura de Belo Horizonte", afirma André Quintão. "A primeira preocupação do PT tem de ser a unidade interna em torno de um nome para o conjunto dos partidos aliados", sustenta André Quintão. O parlamentar acrescenta: "Naturalmente não se descarta a hipótese de o PT apresentar um nome que tenha a simpatia do Palácio da Liberdade, já que isso facilitaria um entendimento político e administrativo posterior". Mas Quintão faz ressalvas, considerando que o PT, na condição de maior bancada municipal, além de administrar a cidade desde 1992, tem a obrigação de apresentar um candidato para dar seqüência ao seu projeto político.

Em meio ao fogo amigo petista, a líder do governo na Câmara Municipal, Neusa Santos, vem em apoio à proposta do prefeito. "Patrus é nome natural, é o candidato que a cidade quer e deseja. Se não for ele, temos um diálogo bom com o Palácio da Liberdade", assinala, considerando que o governador Aécio Neves tem liderança política na capital que não pode ser desconsiderada.

"Esse acordo deve suscitar resistência no PT. Não é caminho fácil. Mas na prática, na gestão pública, o diálogo entre Aécio e Pimentel tem sido bom para a cidade", afirma, salientando que Pimentel deve conduzir a sucessão, que também passa por Aécio.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Governo agiu dentro da lei ao mudar regras do Bolsa Família, afirma Patrus

O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, disse nesta segunda-feira(7) que a extensão do programa Bolsa Família para jovens de 16 e 17 anos de idade foi feita “considerando a lei”. A idade para recebimento do benefício foi alterada por meio de uma Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União três dias antes do término de 2007. Antes, a idade máxima era de 15 anos. O ministro falou sobre o assunto depois da entrega do certificado de parceiro do Programa Fome Zero ao Comando da Aeronáutica.

A medida foi editada pouco tempo antes da entrada em vigor, em 1º de janeiro, da lei que trata de eleições. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a legislação determina que "no ano em que se realizar eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, exceto em casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior". Em 2008, serão realizadas eleições municipais para prefeito e vereador.

De acordo com Patrus Ananias, o governo apenas cumpriu o que diz a lei. “Considerando a lei, aquilo que ela diz, a Medida Provisória foi enviada no tempo estabelecido pela lei e, portanto, ao meu ver, falo como advogado, como professor de direito, rigorosamente legal. Qualquer outra interpretação é colocar a lei no campo das interpretações pessoais, subjetivas.”

O ministro também lembrou que as discussões sobre o reajuste do benefício tiveram início em meados de 2007. Em setembro foi enviado ao Congresso Nacional um projeto de lei para aumentar a idade máxima de recebimento do benefício, mas a obstrução das votações na Câmara dos Deputados, para não prejudicar a votação da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) no Senado, impediu que o projeto fosse votado ainda no ano passado.

Questionado sobre os cortes no orçamento da sua pasta, ele disse que não recebeu nenhuma sinalização do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nem dos ministros da equipe econômica de que poderá haver cortes na sua área.

“O que eu temo é que possa haver redução na expansão dos nossos programas, o aperfeiçoamento dos nossos programas. Por exemplo, em 2008 estamos determinados em criar uma secretaria de geração de oportunidades e inclusão produtiva, uma secretaria que trabalhe as ações emancipatórias dos nossos programas, especialmente do Bolsa Família”, disse o ministro.


Agência Brasil

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Berzoini: mobilização da militância em 2007 mostrou maturidade da democracia petista

A capacidade de mobilização da militância petista foi destacada pelo presidente do partido, Ricardo Berzoini, na primeira entrevista dada ao Portal do PT após a confirmação de sua reeleição, nesta segunda-feira (17).

Ele referiu-se não apenas ao PED, mas também a todo o processo do 3º Congresso e de prévias municipais. “Embora possamos apontar falhas e trabalhar pela sua superação, o mais importante é verificar a maturidade de nossa democracia e o aprofundamento do debate político”, afirmou.

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

Qual sua avaliação do PED 2007?
Foi mais uma demonstração da democracia interna do PT, que em 2007 realizou seu 3º Congresso e uma eleição nacional, ambos os processos com centenas de milhares de militantes. Embora possamos apontar falhas e trabalhar pela sua superação, o mais importante é verificar a maturidade de nossa democracia e o aprofundamento do debate político. A militância do PT está de parabéns.

As projeções indicam que sua porcentagem eleitoral neste ano (em torno de 62%) será superior a do segundo turno do PED de 2005 (51,61%).

A que o sr. atribui esse crescimento?
São duas eleições diferentes disputadas em situações distintas. É claro que hoje o meu nome e minha atuação como dirigente partidário são mais conhecidos dos filiados. Também reflete a confiança dos militantes que apoiaram outros candidatos no primeiro turno e que votaram em mim nesse domingo.

Qual foi recado que a militância petista passou nesse PED?
Esse PED foi desdobramento do nosso 3º Congresso. Mas a militância reafirmou seu compromisso com o PT, depois de um ano intenso, com muitos debates e até prévias municipais, batemos o recorde de 2005, com 326 mil votantes.

A nova direção do PT vai preparar o partido para as eleições municipais de 2008. De que maneira isso será feito?
Vamos estruturar o Grupo de Trabalho Eleitoral para dar apoio aos Diretórios Regionais e Municipais. Além disso, vamos abrir o debate sobre a política de alianças e sobre as questões programáticas comuns, que servirão de base para os programas locais. E vamos preparar documentos de orientação para a estruturação das campanhas.

Quanto às tarefas prioritárias para a organização do PT no próximo período, qual deverá receber maior atenção de sua parte neste primeiro momento?
As decisões do 3º Congresso sobre Formação e Comunicação devem ser o centro dessa preocupação, além de medidas que possam ampliar a transparência da gestão partidária em todos os níveis. O PT também precisa cuidar melhor de seu cadastro de filiados, bem como rediscutir sua política de finanças. De que maneira o PT, sob sua presidência, pretende se relacionar com os partidos que fazem parte da coalizão do governo Lula e com o próprio presidente?

O PT é um partido, deve ter propostas e considerações que representem seu pensamento político. Por outro lado, é o partido do presidente Lula, tem responsabilidade quanto ao apoio político ao governo. Deve apresentar propostas e críticas, quando necessário, de forma inteligente, sem confundir sua base em relação à nossa solidariedade com o governo. Os partidos da coalizão têm origens e programas muito diferentes, a relação com cada um deles se dá de forma distinta. Com os partidos de esquerda temos um diálogo estruturado em cima de nossas relações históricas e de questões programáticas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Aprovação de Lula sobe para 65% e governo tem a melhor avaliação do ano

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 63% em setembro para 65% em dezembro, revela pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira (12), que também apontou aumento na avaliação positiva do governo (ótimo e bom) de 48% para 51%. O índice é o mais alto do ano.

Já na avaliação negativa, 17% qualificam o governo como "ruim" ou "péssimo". Este indicador caiu um ponto percentual em relação a setembro, quando 18% da população avaliou desta forma o governo.

A nota média para o Governo Lula manteve o patamar de 2007, e foi de 6,6 em dezembro, segundo o levantamento. Há um ano, a nota média era 7.


Para se chegar aos resultados, foram entrevistadas 2.002 pessoas (com 16 anos ou mais), em 141 municípios, entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.


Avaliação do presidente

Enquanto a aprovação de Lula subiu, a desaprovação caiu de 33% para 30%. Entre os segmentos pesquisados, a desaprovação supera a aprovação apenas na faixa que recebe mais de 10 salários mínimos por mês.


O crescimento do saldo de aprovação é expressivo entre os jovens, na faixa com nível superior, entre os que recebem entre 5 e 10 salários mínimos e nos municípios que possuem entre 20 mil e 100 mil habitantes.A pesquisa também mostra que 60% da população confia no presidente Lula, contra 35% que não confia. O contingente dos que dizem não confiar teve baixa de dois pontos percentuais em relação a setembro.


Áreas do governo

A maioria da população desaprova o governo federal nos temas segurança pública (66%), controle da inflação (49%), taxa de juros (59%), desemprego (51%) e impostos (69%).


Na questão da segurança pública, ocorreu um aumento bastante nítido da desaprovação. Atualmente, 66% dos brasileiros desaprovam a atuação do governo na área, enquanto 32% aprovam. Há três meses, os percentuais eram 61% e 36%, respectivamente.


Hoje, 32% dos entrevistados afirmam que a segurança é o tema que mais merece atenção da sociedade. Há um ano, segurança aparecia em segundo lugar, com 23%. O primeiro era o combate à corrupção.

Com informações da Folha Online.

PIB cresce 5,7% no terceiro trimestre e tem maior alta desde 2004

A economia brasileira cresceu 5,7% no terceiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento superou o do trimestre anterior, que ficou em 5,4% - até então, a maior alta desde 2004. Naquele ano, o crescimento no segundo trimestre havia sido de 7,5% e no primeiro semestre, de 6,4%.
Na comparação com o trimestre anterior, o PIB brasileiro cresceu 1,7%, na série com ajuste sazonal, mantendo a trajetória de crescimento iniciada no primeiro trimestre, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O PIB reflete a soma de todas as riquezas produzidas por um país durante um determinado período. Entre julho e setembro, essas riquezas somaram R$ 645,2 bilhões. No segundo trimestre, foram R$ 630,2 bilhões. Segundo o IBGE, o PIB acumulado dos últimos quatro trimestres também registrou o maior crescimento desde 2004. Nessa comparação, o PIB cresceu 5,2% no terceiro trimestre de 2007. A última alta acima de 5% havia sido registrada no terceiro trimestre de 2004, de 5,7%. Outra comparação também confirma o bom resultado do PIB nacional: de janeiro a setembro, a alta foi de 5,3%.

Destaques
Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o maior destaque foi a agropecuária (7,2%), seguida pela indústria (1,8%) e pelos serviços (1,2%). Em relação ao terceiro trimestre de 2006, o maior destaque foi a agropecuária, seguida pela indústria e pelos serviços.

Na atividade industrial (5%), o destaque foi a indústria de transformação (5,7%), beneficiada pelo desempenho da fabricação de produtos químicos, máquinas e equipamentos, material elétrico e do setor automotivo. A construção civil cresceu 5%, seguida pela eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (3,8%). Por fim, a indústria extrativa mineral atingiu 2,0% de crescimento, em grande parte decorrência do aumento de 1,3% na produção de petróleo e gás e de 11,8% na produção de minério de ferro.
A taxa de agropecuária, que registrou crescimento de 9,2%, pode ser explicada em grande parte, segundo o IBGE, pelo desempenho de alguns produtos como o trigo e a cana-de-açúcar, com estimativas de crescimento de produção neste ano de 59,3% e 13,1%, respectivamente. No setor de serviços (4,8%), os maiores destaques foram para intermediação financeira e seguros (13,3%); serviços de informação (8,6%); comércio atacadista e varejista (7,4%); transporte, armazenagem e correio (4,6%); e serviços imobiliários e aluguel (3,2%). Os demais subsetores tiveram os seguintes desempenhos: outros serviços (2,0%); e administração, saúde e educação pública (1,5%).

Financiamento externo
A necessidade de financiamento externo do Brasil chegou a R$ 255 milhões no terceiro trimestre de 2007, contra uma capacidade de financiamento de R$ 14,1 bilhões no mesmo período de 2006.

Segundo o IBGE, o resultado é explicado principalmente pela redução no saldo externo de bens e serviços, no montante de R$ 12,8 bilhões, e pelo aumento de R$ 1,1 bilhão em renda líquida de propriedade enviada ao resto do mundo. Já no resultado do acumulado do ano, a capacidade de financiamento chega a R$ 1,9 bilhão, contra R$ 15,8 bilhões no mesmo período de 2006.

A renda nacional bruta, por sua vez, atingiu R$ 633,1 bilhões no terceiro trimestre de 2007 contra R$ 581,4 bilhões no mesmo período de 2006. Nessa mesma base de comparação, a poupança bruta atingiu R$ 125,4 bilhões, contra R$ 119,4 bilhões no ano passado. No acumulado de 2007, a renda nacional bruta alcançou R$ 1.839,6 bilhões; e a poupança bruta, R$ 350,6 bilhões.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Produção industrial cresceu em 13 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE

O crescimento de 2,8% na produção industrial do país em outubro, número já divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reflete expansões em 13 das 14 regiões pesquisadas, na série com ajustes sazonais.

Os dados regionalizados divulgados nesta segunda-feira (10) pelo IBGE indicam que a única exceção foi o estado de Pernambuco, que teve queda na produção industrial de 1,3%. O resultado interrompeu dois meses de crescimento consecutivos - período em a produção acumulou elevação de 1,5%.

Os dados do IBGE mostram que o Paraná foi o principal destaque de outubro e o único estado com aumento de dois dígitos: 13,6%.

Outras cinco regiões envolvidas na pesquisa apresentaram resultado superior à média nacional de 2,8%: Rio de Janeiro (8,5%), Espírito Santo (6,6%), Amazonas (5,4%), Goiás (3,9%) e Bahia (3,0%).

Em São Paulo, o principal parque fabril do país, o crescimento foi de 1,5%; no Rio Grande do Sul, 2,8%; Minas Gerais, 2,3%; Pará, 2,0%; São Paulo, 1,5%; Santa Catarina, 1,4%; Ceará, 0,5%; e a Região Nordeste, que cresceu 1,3%.

Com informações do IBGE

Lula afirma que Banco do Sul vai reduzir dependência externa do continente


Ao participar neste domingo(9) da assinatura da ata de fundação do Banco do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que pela primeira vez os sul-americanos comandarão um banco que atenda suas necessidades. E disse que a organização diminuirá a dependência da região dos atuais organismos financeiros internacionais.


"Este será o primeiro banco internacional verdadeiramente controlado pelos países de nosso continente", disse na Casa Rosada, sede do governo argentino.


O presidente voltou a defender que os países sul-americanos precisam se unir para enfrentar a concorrência internacional. "Somente forte, unida e integrada, a América do Sul poderá ocupar o lugar que lhe cabe no concerto das nações e desenvolvimento pleno dos nossos povos", afirmou.

"Não existe possibilidade de saídas individuais", completou. Dos sete presidentes que firmaram a ata, apenas Tabaré Vasquez, do Uruguai, estava ausente. Ele assinará o documento hoje (10), segundo Lula.

A assinatura da ata de fundacão estava prevista para o dia 5 de dezembro, em Caracas, de acordo com o presidente brasileiro. Lula explicou que todos mandatários decidiram adiar o evento para prestar hoje uma homenagem a Néstor Kirchner, que à tarde passa o comando da Argentina para sua esposa, Cristina Kirchner, primeira mulher eleita presidente do país.

Desigualdades sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também voltou a defender que cabe aos países mais ricos da América do Sul - Brasil, Argentina e Venezuela - adotar políticas diferenciadas para reduzir as desigualdades financeiras e sociais com as nações mais pobres.

"Ou resolvemos o problema das assimetrias e as economias mais fortes, como a argentina e brasileira, tenham uma política diferenciada com os países de economias menores, como Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai ou a integração continuará a fazer parte dos nossos discursos eleitorais", disse Lula, durante assinatura da ata de fundação do Banco do Sul, na Casa Rosada, sede do governo argentino.

Lula atribuiu a todos os presidentes da região a paternidade do projeto, incluindo Hugo Chávez, da Venezuela, e Néstor Kirchner, da Argentina, principais defensores do banco.

"Em janeiro de 2006, os companheiros Kirchner e Chávez e os demais presidentes aqui presentes idealizamos a criação de um banco de fomento genuinamente sul-americano", destacou. Mais cedo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o banco é mais um capítulo do avanço da integração da América do Sul.

Agência Brasil

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Reginaldo Lopes é o novo presidente do PT de Minas

Em Minas Gerais Reginaldo Lopes ficou com 49,61% entretanto, o candidato Durval Ângelo retirou a sua candidatura e reconheceu a vitória de seu adversário.

Assim não mais teremos segundo turno para presidente estadual do PT em Minas, somente em nível nacional. O Segundo turno será no dia 16 (domingo) de dezembro.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

PED Estadual - Eleições à presidência do PT em Minas terá 2º turno

O Processo de Eleições Diretas (PED) em Minas Gerais irá para 2º turno entre os candidatos Reginaldo Lopes e Durval Ãngelo, ambos deputados federal e estadual respectivamente. Cerca de 393 cidades tiveram seus votos apurados, em uma relação de aproximadamente 450 municípios com filiados aptos a votarem. Os filiados do partido retornam às urnas no dia 16 de dezembro para definirem a presidência do PT Estadual.

Candidatos
Reginaldo Lopes - 49,61%
Durval Ângelo - 22,28%
Gilmar Machado - 15,52%
Padre João - 10,77%
Tico Giolo - 1,07%
Sumara Ribeiro - 0,74%

Berzoini e Tatto vão para o 2º turno; PED teve mais de 320 mil votantes

Os deputados federais Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto, ambos do PT de São Paulo, vão disputar o segundo turno das eleições para a presidência nacional do partido, que acontece no próximo dia 16 de dezembro.

A sexta parcial das apurações, divulgada às 21h desta terça-feira (4), mostra também que o total de petistas que participaram deste PED superou o de 2005. Nas eleições daquele ano, votaram 314.926 filiados. Agora, com 99% da apuração concluída, o número de votantes já é de 317.372. A expectativa é de que ultrapasse 320 mil.

Até o momento, Berzoini teve 129.191 votos (43,75%), contra 60.578 de Jilmar Tatto (20,51%). Na terceira colocação segue José Eduardo Cardozo, com 55.891 (18,93%).

Confira abaixo todos os números da sexta parcial:

Candidatos
Ricardo Berzoini – 129.191 - 43,75%
Jilmar Tatto – 60.578 - 20,51%
José Eduardo Cardozo – 55.891 - 18,93%
Valter Pomar - 33.755 - 11,43%
Gilney Viana - 11.104 - 3,76%
Markus Sokol – 2.883 - 0,98%
José Carlos Miranda - 1.921 - 0,65%
Brancos - 15.867
Nulos – 6.182
TOTAL – 317.372

Chapas
Construindo um Novo Brasil – 42,91%
Partido é Pra Lutar – 19,69%
Mensagem ao Partido – 16,84%
A Esperança é Vermelha – 11,13%
Militância Socialista – 4,97%
Movimento Popular – 1,49%
Terra, Trabalho e Soberania – 1,21%
Democracia Pra Valer – 1,13%
Programa Operário e Socialista – 0,62%

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

PED Estadual - resultado continua indefinido

Até o final da tarde desta terça-feira, dia 4 de dezembro, o resultado do PED – Processo de Eleição Direta – do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais continuava indefinido. Dos 471 municípios aptos a votar no PED no estado, 370 já enviaram resultado ao Diretório Estadual. O candidato Reginaldo Lopes continua na liderança com 12.315 votos, o que representa 48,86% do total de votos apurados. Em seguida vem o deputado estadual Durval Ângelo com 5.582 votos, 22,15%. No entanto, o resultado ainda pode ser alterado devido a recursos apresentados por alguns municípios. Confira abaixo a votação de cada um dos candidatos.

Presidente Estadual
Candidato - Votos - %
Reginaldo Lopes - 12.315 - 48,86%
Durval Ângelo - 5.582 - 22,15%
Gilmar Machado - 4.211 - 16,71%
Padre João - 2.677 - 10,62%
Tico Giolo - 230 - 0,91%
Sumara Ribeiro - 188 - 0,75%

PED Nacional: 4ª parcial confirma segundo turno

Está matematicamente definido que haverá segundo turno na disputa para a presidência nacional do PT. Com 90% dos votos apurados, já é possível afirmar que nenhum dos candidatos terá os 50% mais um que garantiriam a vitória em primeiro turno.

O atual presidente, Ricardo Berzoini, segue liderando com 42,92% dos votos. Jilmar Tatto (21,16%) e José Eduardo Cardozo (19,31%) ainda brigam para saber quem irá ao segundo turno contra Berzoini.

A quarta parcial das apurações mostra que a diferença de Tatto para Cardozo é de quase cinco mil votos. Segundo o secretário nacional de Organização do PT, Romênio Pereira, que coordena as apurações, a definição sobre qual dos dois seguirá adiante sairá apenas na próxima parcial, prevista para as 19h de hoje.

A expectativa do PT é de que 300 mil petistas tenham votado no PED 2007. Destes, foram apurados 275.379. Berzoini teve até o momento 110.422. Todos os demais, juntos, já contabilizam 146.881.

“É uma diferença de 36.459 que não pode ser tirada com os 25 mil que ainda restam”, explicou Romênio. O segundo turno está marcado para 16 de dezembro.

Veja abaixo os números da 4ª parcial para presidente e chapas nacionais:

Candidatos
Ricardo Berzoini – 110.422 - 42,92%
Jilmar Tatto – 54.709 - 21,26%
José Eduardo Cardozo – 49.678 - 19,31%
Valter Pomar - 28.490 - 11,07%
Gilney Viana - 9.871 - 3,80%
Markus Sokol – 2.593 - 1,01%
José Carlos Miranda - 1.630 - 0,63%
Brancos - 12.722
Nulos – 5.354
TOTAL – 275.379

Chapas
Construindo um Novo Brasil – 42,09%
Partido é Pra Lutar – 20,54%
Mensagem ao Partido – 17,09%
A Esperança é Vermelha – 10,72%
Militância Socialista – 5,09%
Movimento Popular – 1,54%
Terra, Trabalho e Soberania – 1,26%
Democracia Pra Valer – 1,10%
Programa Operário e Socialista – 0,56%

PED Estadual - Em parcial, Reginaldo Lopes segue na liderança

Na parcial do Processo de Eleições Diretas (PED) 2007 em Minas Gerais, o número de cidades validadas são 285 até o momento, em um total de 471 municípios com filiados aptos a votarem.

Informações extra oficiais indicam que Reginaldo já teria 49%, mas seguem abaixo as informações oficiais.


Nome


Reginaldo Lopes - 46,84%
Durval Ângelo - 23,71%
Gilmar Machado - 15,23%
Padre João - 12,69%
Tico Giolo - 0,90%
Sumara Ribeiro - 0,63%