PT Leopoldina - Diretório Municipal
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Lula defende reforma política com financiamento público de campanhas
“Não é possível que não se entenda que o Brasil precisa fazer uma reforma política. Uma reforma que dê legitimidade aos partidos políticos, acabe com essa história de políticos correrem atrás de empresários para financiar sua campanha quando depois tem que pagar a conta. Quando a melhor forma, seria o financiamento público de campanha”, disse Lula, acrescentando que não é papel do Executivo encabeçar a discussão, mas sim do Legislativo.
Os ministros de Relações Institucionais, José Múcio, e da Justiça, Tarso Genro, levarão nesta quarta-feira (27) as sugestões do governo para a reforma política aos presidentes da Câmara, Arlindo Chinaglia; do Senado, Garibaldi Alves; e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto.
No evento, Lula pediu ainda o apoio dos contadores para aprovar a reforma tributária, que já está no Congresso, e criticou os parlamentares. Segundo o presidente, todo mundo é favorável a mudar o sistema tributário, mas quando a proposta chega ao Legislativo o cenário não é o mesmo. “Política tributária é uma coisa que todo mundo deseja, todo político em campanha promete. Ela está lá, foi compactuada com todo mundo. Mas quando chega ao Congresso todo mundo é favorável, concorda, mas aí começam a surgir problemas.”
Para Lula, se for realizado “um trabalho sério” é possível aprovar a reforma tributária ainda este ano.
Agência Brasil
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Inflação volta a ficar dentro do limite da meta
O centro da meta de inflação é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, o limite superior é de 6,5% e o inferior, de 2,5%. Para 2009, que tem a mesma meta, a projeção dos analistas permanece em 5%.
A expectativa de menor inflação este ano é acompanhada de projeção de maior aperto monetário. De acordo com o boletim, os analistas aumentaram a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, usada pelo Banco Central para controlar a inflação, de 14,50% para 14,75% ao final deste ano. Para 2009, permanece a perspectiva de 14%.Neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) já elevou a Selic em 1,75 ponto percentual. Atualmente os juros básicos estão em 13% ao ano.
Emprego na indústria tem crescimento de 2,7%
Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, divulgada hoje (11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia eEstatística (IBGE).O estudo mostra também que a estabilidade na folha de pagamento real de junho foi de 0,2% em comparação com o mês anterior.
Entre os 14 locais pesquisados, dez aumentaram o contingente de trabalhadores na indústria. Em primeiro lugar Minas Gerais (5,3%), Região Norte e Centro-Oeste (4,1%) e São Paulo (3,6%).
Destacam-se também os avanços em 12 dos 18 setores avaliados. Empregaram mais em junho o setor de máquinas e equipamentos (10,3%), meios de transporte (9,9%); máquinas, aparelhos eletrodomésticos e de comunicações (12,4%), além de alimentos e bebidas (3,1%).
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Agroindústria cresce de 4,2% no primeiro semestre
Segundo o instituto, o bom desempenho do setor deve-se ao crescimento da safra agrícola, ao aumento do consumo no mercado interno – em razão da melhora da renda do trabalhador – e a um cenário externo favorável à agricultura, com crescimento do volume exportado e dos preços.
O levantamento do IBGE indica que a expansão de 3,2% nos setores associados à agricultura – que exerce maior peso na agroindústria - superou a dos vinculados à pecuária, cujo aumento foi de apenas 1,6%.
“O grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos para uso agropecuário apresentou forte acréscimo (46,6%), por conta, principalmente, do aumento da produção de soja, cana-de-açúcar e milho, lavouras intensivas no uso destes produtos”, informou o instituto.
Segundo a pesquisa do IBGE, os fatores ligados ao bom desempenho da economia, crescimento da safra agrícola e aumento do consumo interno também “contribuíram para a expansão da renda do setor e para o investimento em máquinas e equipamentos agrícolas (que cresceu 43,5%); adubos e fertilizantes (10,3%); e rações (7,5%)”.
Já o baixo crescimento da pecuária (1,6%), está, segundo o IBGE, diretamente ligado “ao embargo às exportações brasileiras de carne bovina pela União Européia, que impactou negativamente a produção de derivados de carne bovina e suína, levando o setor a fechar o semestre negativo em -3,7%”.
Quando analisado em bases trimestrais, os dados do IBGE mostram que a agroindústria apresentou resultados positivos nos dois primeiros períodos de 2008.
Após crescer 6,1% no primeiro trimestre, o setor desacelerou no segundo (2,8%), por conta da redução do ritmo de crescimento da agricultura - que passou de 6,9% para 0,8%, enquanto a pecuária mostrou movimento inverso (de –1,0% para 4,4%).
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, também pesquisado pelo IBGE, estima para este ano safra recorde de 143,6 milhões de toneladas de grãos – resultado 7,9% superior ao de 2007, quando foram produzidas 133,1 milhões de toneladas. Nesse caso, o destaque foi a produção de soja, milho e arroz, que representam cerca de 90% da safra.
Na avaliação do IBGE, o avanço das exportações está diretamente ligado “ao crescimento mundial do consumo de alimentos, impulsionado pelo bom desempenho das economias dos países em desenvolvimento, a produção de biocombustível, a elevação dos preços internacionais dos produtos agropecuários e a crescente inserção dos produtos brasileiros nos mercados externos.”
Agência Brasil
Pobreza diminui um terço em cinco anos nas regiões metropolitanas, diz Ipea
A estimativa do IPEA é de que este número chegue aos 24,1% em 2008. Entre 2002 e 2008, a projeção é de que 3 milhões de pessoas saiam da pobreza - nas regiões pesquisadas.
"Ou seja, uma redução de quase um terço da pobreza em termos proporcionais", informa o estudo do IPEA. O estudo informa ainda que a chamada "indigência" deverá cair ainda mais do que a pobreza entre 2003 e 2008 (projeção): 48,3%. "A indigência segue no mesmo ritmo e, em termos nominais, sua participação na população cai para a metade", diz o documento.
O documento define como "pobre" todas as pessoas com renda per capita igual ou inferior a meio salário, isto é, R$ 207,50. Indigentes, por sua vez, são aqueles que recebem menos de 1/4 do salário mínimo, ou R$ 103,75. Pessoas ricas, segundo o IPEA, são aquelas pertencentes a famílias cuja renda seja igual, ou maior, do que 40 salários mínimos, ou R$ 16,6 mil por mês.
Os considerados "ricos", por outro lado, mantiveram um patamar estável entre 2003 e 2006, informa o estudo do IPEA. Em 2003, o percentual de pessoas pertencentes às famílias ricas caiu de 1% para 0,8%, uma queda de 20%. Em 2007, estava no mesmo patamar de 0,8% e, segundo o IPEA, deve manter essa participação neste ano.
Os dados do IPEA consideram seis regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre. Segundo o presidente do IPEA, Márcio Pochmann, essa "amostragem" representa 25% da população do país e 2/5 do Produto Interno Bruto (PIB).
A maior queda na pobreza, neste caso entre 2002 e 2008 (projeções), segundo o documento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, foi observada na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), onde o número de pessoas pobres cairá de 38,3% da população em 2002 para 23,1% da população em 2008 - segundo estimativas.
"As regiões metropolitanas que apresentam as maiores taxas de pobreza no período analisado foram as regiões de Recife e Salvador, onde a estimativa para 2008 indica, respectivamente, 43,1% e 37,4% de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza", informa o estudo do IPEA. Segundo o documento, São Paulo e Porto Alegre estão na outra ponta, ou seja, com as menores taxas de pobreza estimada para 2008: de 20,7% e 20% respectivamente.
O estudo informa ainda que, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, o percentual de pobreza caiu de 18,6% em 2003 para 16,8%, do total do país, em 2006. Ao mesmo tempo, os considerados "ricos" mantiveram seu percentual no total do país entre 2003 e 2006: 42,6%.
Com agências
terça-feira, 1 de julho de 2008
Pesquisa CNI/Ibope: Governo mantem 58% e Lula 72% de aprovação positiva
Na última edição da pesquisa CNI/Ibope, divulgada em março, 58% dos entrevistados avaliaram o governo Lula como positivo. Outros 30% consideraram o governo regular, enquanto 11% avaliaram como ruim ou péssimo. Em março de 2003, o índice de aprovação ao governo federal foi de 51% --o que foi considerado pela CNI/Ibope como um crescimento considerável para a avaliação do governo federal.
A aprovação ao presidente Lula também se manteve estável. No total, 72% dos entrevistados aprovam a maneira do presidente governar o país, assim como em março deste ano --quando 73% aprovaram o presidente. Somente em março de 2003, a avaliação pessoal do presidente obteve índice maior, de 75%. Em junho do ano passado, a avaliação de Lula foi aprovada por apenas 66% dos entrevistados.
Numa escala de zero a 10, a pesquisa aponta nota média de 7 para o governo do presidente Lula. Na última edição da pesquisa, em março, a nota esteve tecnicamente empatada em 7,1.
Confiança
O índice de confiança no presidente Lula também se manteve estável em 68%, o mesmo patamar registrado em março. Apenas 29% dos entrevistados afirmaram que não confiam em Lula. Em dezembro do ano passado, o índice de confiança no presidente foi de 60%. Já em abril de 2006, o índice registrou 62%.
Segundo a CNI/Ibope, o movimento expressivo das avaliações positivas também repercutiu na expectativa em relação ao segundo mandato de Lula.
Dos entrevistados, 40% afirmaram que o atual mandato de Lula está sendo melhor que primeiro. O percentual dos que consideram o segundo mandato pior que o primeiro foi de 20% dos entrevistados, enquanto 38% consideram os dois mandatos semelhantes.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 20 e 23 de junho, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Folha Online
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Lucro com novas reservas de petróleo será revertido para melhoria da educação
O governo federal estuda criar um fundo para financiar políticas de educação com o dinheiro que será arrecadado com os royalties pagos por empresas que explorarão os campos de petróleos localizados na camada do pré-sal. A proposta foi apresentada ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 35 intelectuais, durante reunião realizada em São Paulo.
Um dos presentes no encontro, Candido Mendes revelou aos jornalistas que a idéia do governo é utilizar parte dos 45% dos royalties a qual tem direito para aumentar de 290 mil para 500 mil o número de estudantes que ingressam em escolas públicas todo ano. Foi discutido uma forma de transformar os enormes recursos que virão da Petrobras, que é uma potência econômica, em um maciço investimento em educação, disse ele.
Além de Mendes, estiveram na reunião, entre outros intelectuais, Dalmo Dallari, Fernando Morais, Luis Fernando Veríssimo, Leonardo Boff, Moacir Scliar, Maria Victoria Benevides, Emir Sader e Juarez Guimarães. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro da Educação, Fernando Haddad, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vanucchi, também participaram do encontro.
Benevides, Sader e Guimarães disseram que a reunião foi marcada por um diálogo aberto, no qual os intelectuais puderam ouvir do presidente uma espécie de balanço do seu governo e questioná-lo sobre questões consideradas relevantes pelos participantes. Segundo eles, Lula falou sobre política interna e externa, economia, ecologia, movimentos sociais, questões fundiárias e indigenistas.
De acordo com Benevides, o presidente descartou a hipótese de disputar as eleições para um terceiro mandato e afirmou também que não concorrerá a vaga de senador ou deputado federal. Ela disse que os planos de Lula, após deixar a presidência, incluem somente viagens pelo país e uma mudança para São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Também foi revelado que Lula se mostrou preocupado com a imagem que seu governo deixará após ele sair da presidência e com a continuidade das políticas iniciadas durante sua gestão. O presidente quer encontrar uma forma de garantir que projetos do PAC não sejam tratados como políticas de governo, mas sim de Estado.
A respeito de política externa, Mendes disse que o presidente afirmou que não vai renegociar os valores pagos pelo Brasil pela energia gerada na Usina de Itaipu. Informou, no entanto, que Lula pretende negociar com o presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, compensações sociais pela cessão da energia por preços abaixo do mercado.
Sobre a inflação, Lula afirmou, segundo os intelectuais, que todas as medidas necessárias para conter o aumento de preço serão tomadas. Benevides contou que o presidente disse saber como as classes menos favorecidas sofrem com as altas e que, por isso, combaterá fortemente os efeitos do crescimento da demanda mundial por comida.
Lula ainda comentou que é falso o dilema criado por membros de organizações internacionais que apontam a produção de etanol como causadora da redução do cultivo de alimentos.
Os intelectuais também fizeram perguntas sobre a veracidade das denúncias divulgadas sobre desvios de verbas públicas. Eles afirmaram que o presidente afirmou repudiar essas práticas e que 90% dos casos de desvios divulgados pelos jornais são descobertos graças à fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU).
De acordo com os intelectuais, a ministra Dilma Rousseff aproveitou a oportunidade para desmentir as acusações feitas pela ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu sobre sua suposta ação na compra da Varig. Dilma reafirmou que as declarações de Abreu são falsas e disse que todo o processo de venda da companhia aérea foi acompanhado pela Justiça.
Os intelectuais afirmaram também que a ministra comentou sobre a interferência do governo federal no trabalho das agências reguladoras. Dilma disse, segundo eles, que todo o trabalho do governo é feito dentro da legalidade, objetivando fazer com que as medidas tomadas pelos órgãos de regulação privilegiem a população e não o capital privado.
Ainda de acordo com eles, o jurista Dalmo Dallari questionou a eficácia das políticas indigenistas do governo federal. Lula defendeu o trabalho da Fundação Nacional do Índio (Funai) e disse que se reunirá em breve com representantes do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) para ouvir sugestões para a solução de problemas que envolvem a população indígena Segundo Lula, o próprio PAC prevê investimento para melhoria das condições de vida dos índios.
Os intelectuais informaram também que o presidente firmou um compromisso para recebê-los, em todas as suas viagens, para uma conversa, sempre que sua agenda permitir. O próximo encontro deve acontecer no Rio de Janeiro, mas ainda não há previsão de data.
Agência Brasil
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Lula defende reposição inflacionária para benefícios do Bolsa Família
“Vou conversar com Guido Mantega [ministro da Fazenda] e vamos dar um reajuste, vamos dar aquilo que foi o índice da inflação”, disse.
“Todos nós sabemos que o aumento do alimento tem uma incidência maior exatamente na parte mais pobre da população, porque pesa mais no orçamento em função da quantidade de produtos que esse pobre pode comprar”, afirmou.
O presidente disse que vai esperar o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, retornar de viagem para “fazer o Guido Mantega arrumar um dinheirinho para dar o reajuste”.
Na semana passada, em audiência com o presidente Lula, Patrus Ananias sugeriu que o benefício seja reajustado em 6% para acompanhar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Na reunião ministerial de segunda-feira (9), o ministro da Fazenda fez uma exposição mostrando que os mais pobres sofreram uma perda de 8% no poder aquisitivo causada pela inflação dos alimentos.
As declarações do presidente foram feitas após a solenidade de assinatura do decreto que regulamenta a Convenção 182, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da proibição e eliminação das piores formas de trabalho infanto-juvenil.
Agência Brasil
terça-feira, 10 de junho de 2008
Construção civil impulsiona crescimento da indústria em 6.9% no 1º trimestre
Somente a construção civil teve crescimento de 8,8% de janeiro a março, na comparação com igual período em 2007. É maior nível de expansão industrial desde o período de abril a junho de 2004, quando tal incremento chegara a 10,6%.
A indústria de transformação foi outro destaque no resultado geral da industria, com alta de 7,3% no primeiro trimestre deste ano. O segmento de transformação e a construção civil representam, juntos, 80% da produção industrial.
"A indústria foi o grande destaque da economia no primeiro trimestre, e foi puxada pela construção civil, e também pela indústria de transformação", afirmou a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
O crescimento da atividade de construção civil pode ser explicada pela maior oferta de crédito habitacional, que em valores nominais, teve aumento de 24,6%. Já a indústria de transformação também foi impulsionado pelo maior acesso ao crédito, e pela taxa de juros mais baixa, que facilitou o investimento. O subsetor teve o resultado influenciado pelo desempenho das produções de máquinas e equipamentos, da industria automobilística, além de material elétrico e metalurgia.
Nos últimos quatro trimestres, a indústria acumula alta de 5,7%.
Por outro lado, a indústria extrativa mineral, que engloba as produções de petróleo e de minério de ferro, cresceu em ritmo menor. Na comparação com janeiro a abril de 2007, esse incremento ficou em 3,3%. A extração de minério de ferro aumentou 10,8%, e a de petróleo e gás cresceu 3%. A produção de óleo e gás representa 62% da indústria extrativa, e a de minério corresponde a 27%.
"O menor desempenho da indústria de petróleo e gás pode ser explicado pelo atraso na entrada de plataformas e pelas paradas programadas nas unidades da Petrobras", observou Palis.
Fonte: CUT
quarta-feira, 28 de maio de 2008
O que você deve saber para ser candidato a vereador
Documentos necessários para registrar candidatura:
1- RRC Requerimento de Registro da Candidatura (preenchido e assinado pelo presidente do partido, por delegado, acompanhado de cópia magnético conforme sistema do TSE;
2- Declaração de bens atualizada, preenchida no próprio sistema e assinado pelo candidato;
3- Certidão criminal fornecida pela justiça federal (pode fazer via internet) e certidão Estadual requerida no forum local;
4- Fotografia recente preferencialmente em preto e branco, 5x7cm, sem moldura, em papel fotográfico fosco ou brilhante, busto frontal, com trajes adequados e sem adornos que induzam ou dificultem o reconhecimento pelo eleitor;
5- Comprovante de escolaridade;
6- Prova de desincompatibilização, quando houver.
7- Cópia do CPF e Identidade
È obrigatória a abertura de conta bancaria para candidatos e para comitês, independente se já tiver conta bancaria.
Propaganda Eleitoral:
Começa a partir de 06 de julho, termina três dias antes da eleição.
Carreata, caminhada, distribuição de panfleto, carro de som ou alto falantes fixos podem ser utilizados até sábado(04/10/08) vide resolução 22.718/2008)
A propaganda tem que vir sempre junto com legenda partidária.
Não esta autorizado o uso de outdoor.
Placas em propriedade privada desde que autorizada não pode exceder a4m/2
Proibida a propaganda em bens públicos, exceto cavaletes e bonecos infláveis (sem que sejam fixados, portanto moveis) em calçadas desde que não atrapalhe o transito e/ou circulaçao de pessoas
Proibida a propaganda em arvores.
Proibida propaganda em bens particulares que sirvam ao publico tais como lojas, escolas publicas e particulares cinemas, teatros igrejas, supermercados, botequins etc.
Proibida propaganda em camisetas, bonés, chaveiros, canetas, brindes, cestas básicas e/ou quaisquer outros artefatos que contenha valor econômico e configurem vantagem ao eleitor.
Proibido o showmicio e ou evento assemelhado para promover o candidato, nem reunião animada por artistas remunerado ou não.
Pichações somente na propriedade privada desde que não sirva ao publico e mediante autorização do proprietário ou de quem tenha a posse.
Carro de som e altofalantes fixos é permitido desde que distante 200m de órgãos públicos do execultivo, legislativo, tribunais, quartéis,biblioteca, hospitais etc.
Imprensa escrita jornais e revistas desde que igual ou inferior a 1/8 de pagina se jornal padrão e ¼ de pagina de revista ou tablóide por edição. Trata-se de despesa que deve ser declarada podendo configurar abuso de veiculo de comunicação social e/ou abuso de poder econômico ultrapassar esse limite.
Internet permitida até 03/10/08 somente poderá ocorrer em pagina do candidato destinada exclusivamente a campanha eleitoral (despesa tem que ser lançada na prestação de contas)
Entrevistas com pré candidatos podem desde que não exponham proposta de campanha.
As pesquisas não podem ser divulgadas só depois de registradas junto ao TER
Crime no dia da eleição:
Uso de alto falantes e amplificadores de som, comício, carreata ou passeata;
Propaganda de boca de urnae/ou arregimentação de eleitor;
Divulgação de qualquer espécie de propaganda de partido político, candidato e coligação mediante publicaçoes, cartazes, camisas, bonés, broches ou adesivos em vestuário, independente de tamanho ou formato.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
A regional de Leopoldina ira reunir-se dia 17/05 as 09:00 na cidade de Cataguases
Leia a ata da reunião anterior realizada em Leopoldina.
Aos três dias do mês de maio do ano de dois mil e oito, reuniram-se os filiados do partido dos trabalhadores da região Zona Mata na Escola Estadual Prof. Botelho Reis as nove hora na cidade de Leopoldina. O Deputado Reginaldo Lopes presidente estadual do PT deu inicio ao encontro discorrendo sobre as questões da conjuntura Nacional e Mineira, em seguida o deputado Padre Joao que falou sobre a situação da coligação de BH entre outros.
Os diretórios presentes fizeram relatos da situação política eleitoral, iniciando pela cidade de LARANJAL onde o Faiçal diz que seu nome está à disposição para apreciação como prefeito, e não ser vice e os partidos PV, PTB,PR estão em entendimento, tem nomes para vereadores.LEOPOLDINA, Iolanda relatou que tem um nome novo o Dr. Marco Antonio, porem a situação é indefinida ainda, vai começar a conversar c/ os outros partidos, pois vários deles colocaram nomes, o Dr. Marco Antonio disse que o povo quer mesmo um nome novo. Tem chapa de vereadores.ITAMARATI, o Ari falou que atualmente é vice-prefeito, porém que irão reunir-se e talvez componham com o DEM, tem chapa de vereadores. PIRAUBA a Cida disse que saíram com candidatura própria que chegou a ocupar o cargo durante 76 dias, e que o DEM e o PR irão compor c/ eles, e esta mais fácil de chegar lá, tem chapa de vereadores. RIO POMBA /Sergio Mota pleiteia a direção regional o PT é vice c/ o PMDB, e ainda estão discutindo e irão fazer encontro dia 11/05, amadureceram muito participando do governo municipal, tem chapa de vereadores.
ASTOLFO DUTRA, William, o Dr. Pedro tucanizou o PT local e foi necessário fazer muito esforço para caminhar, tem chapa de vereadores. RECREIO, Danilo Vamos para a reeleição junto com o PcdoB, tem chapa de vereadores, quase naufragamos tivemos uma boa acessória boa. Os de casa nos bateram muito, nos chegamos à conclusão que sem marketing é impossível, fizemos um site com todas as realizações. CATAGUASES Vamos ser vice do Pc do B, com composição da chapa de vereadores, as pesquisas nos apontam como vencedores. UBA, Aldeir temos o nome do Vadinho para prefeito que tem ótima aceitação temos um leque de alianças com 6 partidos, estão fazendo curso de formação para os pré-candidatos e oficinas temáticas para o plano de governo municipal.
ALEM PARAIBA, Juciene, estão se estruturando agora tem chapa de vereadores, estão sem definição, sem saber ainda o que fazer. GUIRICEMA, Jose Pinto estão perdidos, pois o candidato ficou deprimido e retirou a candidatura e agora estão começando tudo de novo, chapa incompleta de vereadores. Abriu para inscrições onde falou Pe. Joao, Adeir, Vanessa, Danilo,Magno, Jose Antonio Pinto, Gilberto, Paulinho de Pirauba, Jorginho, Aristides, Dr. Almeida.Em seguida foi construída uma chapa de concensso para coordenar a Regional Zona da Mata formada por: Coordenador Geral: Elizabeth de Almeida Silva (Leopoldina)
Finanças: Sergio Mota (Rio Pomba)
Formação: Antonio Jorge(Cataguases)
Institucional: Jose Antonio Pinto (Guiricema)
Mov.Populares e Social: Aldeir (Ubá)
Suplentes:
Danilo,Gilberto,Sidlucio,Vanessa,Pequeno.
Comemoramos a unidade da luta com um almoço. Esta ata foi feita por mim Elizabeth de Almeida Silva e enviada por e-mail para os companheiros verificarem e dar sugestões.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Confira a galeria de fotos da 1ª Conferência Nacional de Comunicação do PT
São 207 fotos dividas em três blocos (abertura, comunicação no Brasil e comunicação no PT).
Clique nos links abaixo para ver as imagens:
Galeria 1 – Abertura
Galeria 2 – Comunicação no Brasil
Galeria 3 – Comunicação no PT
PT realiza oficina sobre a Escola Nacional de Formação Política
Participam do encontro a Comissão de Elaboração da Escola de Formação Política, os secretários estaduais da área e convidados da comissão.
A oficina será das 9h às 18h. A sede do PT fica no Setor Comercial Sul, Quadra 2, Edifício Toufic, 1º andar, Brasília.
Mulheres no Parlamento analisa recuperação de presos
Mulheres no Parlamento analisa recuperação de presos
Programa da TV Câmara debate nesta segunda-feira (5) a reinserção dos detentos no mercado de trabalho e na sociedade
No Brasil, 85% dos presos voltam a cometer crimes depois que saem da cadeia. Para a CPI do Sistema Carcerário, a superlotação impede o desenvolvimento de políticas públicas de reintegração do preso à sociedade depois da prisão.
As penas alternativas podem ser uma saída para desafogar o sistema. Mas a sociedade, acuada pela violência, está pronta para debater essa proposta? E a inserção do ex-detento no mercado de trabalho pode contribuir para a recuperação e a diminuição da violência?
Essas são algumas questões debatidas no programa Mulheres no Parlamento desta segunda-feira (05), às 22h. Para falar sobre a reintegração de ex-presidiários à sociedade, o programa recebe a deputada Cida Diogo (PT-RJ), da CPI do Sistema Carcerário. Participam também a professora Elizabeth de Almeida Silva, que atua em projetos de proteção e assistência a condenados em Minas Gerais, e a advogada Edylcéa Nogueira, mestre em Direito Público e Ciência Política e sub-procuradora geral da República aposentada.
Reprises: Terça, às 23h ; Quarta, às 4h ; Quinta, às 6h ; Sábado, às 6h30; e Domingo, às 9h e 17h .
Mulheres no Parlamento
Apresentação: Vera Morgado
Produção: Cida Hipólito
(61) 3216-1618
(61) 8122-0241
Como sintonizar a TV Câmara
A TV Câmara pode ser sintonizada por antena parabólica em todo o País e também nas TVs por assinatura NET, SKY e TVA. Na Internet pode ser assistida ao vivo através do site http://www.tv.camara.gov.br
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Seção Vemaguete - História do PT
terça-feira, 29 de abril de 2008
Lula com a bola toda
Esta é a melhor avaliação do governo Lula desde o início do mandato em 2003. Segundo o jornal Correio Braziliense, de hoje a pesquisa também traz um outro ponto interessante, 50,4%, ou seja mais da metade da população é a favor de um terceiro mandato para o presidente Lula.
Em seu discurso de lançamento de obras do PAC, o presidente Lula descartou, sabiamente, um terceiro mandato. Um terceiro mandato não seria algo saudável para a democracia. Não podemos recorrer do mesmo casuísmo de FHC e dos Tucanos quando aprovaram a reeleição para continuarem no poder.
O presidente Lula deve sim, governar o país, não só por mais 4 anos, mas por 8 anos com eleição e reeleição a partir de 2010.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Dilma defende crescimento com inclusão e pede a prefeitos que monitorem o PAC
“Temos de saber a realidade. Avaliem as obras de vocês, digam o que está atrasado e o que não está. (...) Temos de assegurar resultado, saber onde estão os riscos e coordenar as ações”, afirmou Dilma, lembrando que, no caso das cidades, a prioridade é para as obras de saneamento e habitação.
A atenção especial dos prefeitos, de acordo com a ministra, é parte fundamental de um “ciclo de monitoramento” que engloba o plano, o estudo, o projeto, a obra e a operação.
Dilma aproveitou o encontro de hoje – organizado pela Secretaria de Assuntos Institucionais do PT (Snai) e que reuniu mais de 300 pessoas, entre elas cerca de 150 prefeitos, no Hotel Nacional – para fazer um longo diagnóstico do PAC e das ações do governo Lula.
“Fizemos com que as políticas sociais se tornassem elementos centrais do crescimento econômico do país”, afirmou, acrescentando que o governo tem buscado um crescimento que leve à incorporação das massas. “Isso levou a uma mudança radical nos padrões de desenvolvimento”.
A ministra também citou a mudança de qualidade na relação entre os entes federativos (união, estados e municípios) a partir de 2003, associando esta conquista ao sucesso do Programa de Aceleração do Crescimento: “Sem isso, o PAC não daria certo. Não teríamos condições de fazer os projetos sem os prefeitos, sem os governadores”.
Além dos dados de infra-estrutura sobre estradas, aeroportos, portos, usinas, ferrovias e indústria naval Dilma mostrou que o PAC está presente em 5.181 cidades com o programa Luz Para todos, em 2.927 com ações na área de saneamento e em 1.987 com obras de habitação.
Durante toda a apresentação ela fez questão de lembrar que as grandes ações do governo visão o crescimento econômico conjugado à distribuição de renda e a políticas de igualdade e oportunidade. “Queremos crescimento que leve à incorporação das massas. (...) Vamos legar para este país um compromisso com a inclusão social”, disse.
Condições favoráveis
Antes de Dilma, falaram na última do dia o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e o prefeito de Vitória, João Coser. Ambos citaram o “momento espetacular” pelo qual passa o país, particularmente no que se refere à relação federativa.
“Estamos em condições extremamente superiores. Todos os compromissos assumidos pelo presidente da República estão sendo cumpridos”, afirmou Coser. Ele ressalvou, porém, que muitos prefeitos reclamam da “dificuldade burocrática” para a liberação de verbas de projetos já aprovados. “Também é preciso rever os critérios de contrapartida”, disse.
Entre os desafios dos municípios que ainda precisam ser melhor equacionados, Coser pontuou as questões da mobilidade urbana e da segurança pública.
Paulo Bernardo também fez uma análise positiva da conjuntura, comparando o momento atual com o segundo ano do primeiro mandato de Lula. “Hoje o quadro é completamente diferente”, destacou.
Segundo o ministro houve um “grande avanço” na relação com os prefeitos. “Estabelecemos negociações pró-ativas com entidades representativas”, disse. Entre os avanços, Bernardo lembrou do aumento real de 42% nos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e de programas como o PAC e o Bolsa Família.
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Encontro de prefeitos destaca avanço municipalista no governo Lula
Haddad propõe plano nacional de ações articuladas para a educação
Para Haddad, tais convênios deverão evitar que haja descontinuidade nos programas educacionais nos municípios e nos estados. O ministro enfatizou que considera “a equação da qualidade do sistema educacional o maior desafio que o Brasil tem pela frente”.
De acordo com ele, o governo não se cansa de ouvir a sociedade, porque entende que somente com a participação de todos os segmentos da vida nacional é possível “corrigir rotas e aprimorar o trabalho de garantir para cada brasileiro e para cada brasileira o direito fundamental de aprender, o direito de participar, o direito de se emancipar e de se constituir como cidadão pleno”
Haddad defendeu o aumento dos recursos destinados à educação para um percentual equivalente à 6% do Produto Interno Bruto (PIB), taxa que os organismos internacionais recomendam para os países em desenvolvimento, como o Brasil.
Cerca de duas mil pessoas - representantes de escolas, professores, alunos, organizações de classe, movimentos sociais e trabalhadores em educação de todo o país - participarão dos debates que começam amanhã (15) e vão até a próxima sexta-feira (18).
Além do tema central do evento - a construção de um sistema nacional articulado de educação -, também constam da pauta da conferência a democratização da gestão e a qualidade social da educação, a construção de um regime de colaboração entre os sistemas de ensino, a inclusão e a diversidade na educação básica e a formação e a valorização profissional.
Os debates serão realizados após as palestras sobre cada um desses temas. Dessa forma, a conferência terá cinco conferencistas sobre os assuntos, 34 coordenadores de colóquios e 102 expositores.
A conferência foi precedida de 27 eventos similares - um em cada estado e no Distrito Federal. Durante os encontros, foram preparados os temas que agora serão debatidos nacionalmente e escolhidos os delegados entre os 4.740 participantes da Região Norte, 6.506 do Nordeste, 3,7 mil do Sudeste, 2,2 mil do Sul e 3,4 mil do Centro-Oeste.
As atividades da conferência se iniciarão nesta terça-feira (15), às 10h. Na abertura, o filósofo Carlos Roberto Jamil Cury falará sobre Os Desafios da Construção de um Sistema Nacional Articulado de Educação.
Agência Brasil
Encontro de prefeitos destaca avanço municipalista no governo Lula
Na abertura do evento, o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, destacou a importância do encontro para a troca de informações e análises com os dirigentes locais.
Ele lembrou que a relação “altiva” estabelecida pelo governo Lula com os municípios segue uma política construída dentro do PT e se diferencia “nitidamente” do comportamento do governo anterior.
“No governo FHC, as marchas dos prefeitos eram recebidas com desprezo, omissão ou repressão”, comparou Berzoini, demarcando os avanços do governo Lula nessa relação e saudando os prefeitos que participam da XI Marcha dos Municípios a Brasília, que acontece de amanhã à quinta-feira.
O presidente do PT falou das várias conquistas das cidades nos últimos cinco anos – interligadas a grandes projetos nacionais, entre eles o PAC e o PDE – e ressaltou a necessidade permanente de articulação para que o processo continue avançando.
“É preciso ampliar a mobilização e o debate político, usando a política como instrumento de conscientização e constituindo um espírito democrático republicano que atenda aos interesses da população brasileira”, afirmou.
Rands
O líder da bancada petista na Câmara, deputado Maurício Rands, disse que a militância petista de base e os administradores locais do partido têm tido papel fundamental na construção de políticas públicas em benefício da maioria da sociedade.
“Temos uma experiência vitoriosa da nossa luta municipalista pela melhoria do transporte, contra discriminação racial, de gênero, em políticas para juventude, políticas ambientais, todas essas lutas da sociedade passam pelo município, onde a militância participa”, afirmou Rands, concluindo que o inclusive o governo do presidente Lula “é o que é porque causa da militância dos companheiros e companheiras”.
Segundo Rands, não se trata apenas de fazer boas administrações, mas também de lutar para mudar as consciências, de ser protagonista desse novo modelo de desenvolvimento.
“Acumulamos um saldo e vamos construindo um socialismo democrático pela nossa mobilização e pela nossa militância”, concluiu.
Chinaglia
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, afirmou que a Marcha criou uma lógica reivindicativa a partir das demandas locais, das pressões populares e da mudança de comportamento do governo federal a partir de 2003.
Ele sugeriu que os prefeitos façam articulações similares nos âmbitos estaduais, levando reivindicações e negociando também com os governadores.
Chinaglia destacou que a inversão histórica de prioridades e a distribuição de renda são “a razão de ser e de existir do PT”, lembrando, porém, das dificuldades de se encaixar todos os projetos e desejos nos orçamentos públicos.
“Quando vira prefeito, tem de fazer o justo e o possível. Mas existe um acúmulo persistente (de bons projetos) no PT que tem de ser colocado no papel. Toda essa experiência vai ser útil aos nossos candidatos”, disse.
GTE
Na seqüência, Berzoini retomou a palavra e fez um balanço das ações e das perspectivas do GTE, Grupo de Trabalho Eleitoral presidido por ele.
“Não vamos substituir as iniciativas locais, mas podemos ajudar com a estrutura partidária, assegurar apoio político e de comunicação; e potencializar a capacidade de fazer alianças mais consistentes e fortes”, resumiu.
